terça-feira, 14 de julho de 2015

nada



veio na madrugada
nos braços da chuva
maravilhada e muda
caio
nada tolda o dia
além


Samsiadade

de ashur
caminhante
cofiava barba e turbante

do tigre
serpenteante corpo
no ritmo que só ele ouvia

olho profético
na madrugada errante
levando a sombra
de companhia





sábado, 11 de julho de 2015

às vezes durmo pouco
às vezes acordo

às vezes,
o eco
me chama,

insiste em fazer
lembrar coisas passadas

singrando pelo silencio
da casa oca

ouço
o sono dormindo


quinta-feira, 9 de julho de 2015




















paisagem1



será a sombra do vagão passando,
ou a cara do tempo ao léu?
a ira parte de hora em hora,
do cerro ao infinito eu

quarta-feira, 8 de julho de 2015

quinta-feira, 2 de julho de 2015